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E a fotografia, e cada vez me convenço mais disso, é muito mais pensamento do que colecções de imagens, registadas com equipamento mais ou menos sofisticado. Para os interessados, tenho disponível na World wide web [[um texto de reflexão pessoal

Para compreender a essência da obra de arte, Heidegger utiliza o conhecido quadro de Van Gogh, que representa umas botas de camponês, ou seja uma coisa que representa outra coisa que neste caso é um utensílio, um par de botas. Perante o quadro de Van Gogh afirma que a obra desvenda uma verdade.

Ao longo da linha, da Foz do Tua, onde já se iniciaram as obras, até Mirandela, cantámos o ACORDAI, a GRÂNDOLA, O COMBOIO DESCENDENTE, o HINO DA MARIA DA FONTE e mais canções, para acordar aquelas fragas que ali repousam desde tempos de que quase nada sabemos. A degradação da linha foi cirurgicamente planeada para conseguir mais argumentos para essa destruição. A série [["A Linha é Tua"

Experimentei ainda juntar ao Houaiss dicionários de sinónimos e de antónimos, dicionários de calão, dicionários de rimas fileáceis e difíceis e de cada vez restava um vazio de palavras na rede da peneira; as palavras caíam todas e transbordavam da caixa que colocara por debaixo para as aparar. Perdia de cada vez algum tempo a procurar algumas palavras mais matreiras que aproveitavam a ocasião para se esconder em vários pontos da sala. Encontrei várias vezes um "cotão" debaixo do sofá, um "pó" por detrás dos livros nas estantes e um "lixo" sob a carpete. Percebi então que, ao contrário do que afirmara Mallarmé e em que M.A. Pina parecia acreditar, a poesia, se não se constrói com ideias, também não se constrói com palavras . A poesia constrói-se com nada. O material, como sempre, tinha razão. Há nada e surge o poema. A poesia é o que conhecemos que mais se aproxima do milagre de multiplicação dos pães e do vinho, com a diferença de que, em vez de multiplicar uma existência, cria uma existência a partir de uma não existência. Existe subitamente um poema onde antes nada existia. Talvez cada poema nos permita aproximar da compreensão do Large Bang. É a única excepção conhecida à lei da conservação da energia, a única experiência que contraria o célebre principio de Lavoisier "Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma". Por isso não há poesia sem poetas; e eu não fui capaz de joeirar o teu poema, que procurava para te oferecer e homenagear.@@

]] [[repositório de projectos

"Há um azul que excede a palavra azul" , (re)escreve Pedro Eiras no seu ensaio //Alumiação//, convocando os limites da linguagem, na palavra de Rosa Maria Martelo em //Matéria//. "Há um castanheiro que excede a fotografia de um castanheiro", poderia escrever eu, convocando os limites da fotografia. Mas também poderia escrever "Há uma fotografia de um castanheiro que excede um castanheiro", convocando os mundos novos que a fotografia revela.

Vi uma outra árvore tão majestosa como a primeira. No galho mais alto pousava um pássaro muito belo. Perguntei-lhe:

Qual a alternativa quando de um lado temos um caminho único, obrigatório, que nos conduz contra uma parede, e do outro um sentido proibido que nos leva contra a mesma parede!

]] que reúne as imagens que fui colocando no Fb das manifestações do twenty five de Abril e do 1º de Maio deste ano no Porto.

E, se o tivesse feita, estaria tudo estragado. Esta história, que afinal reproduz tantas histórias equivalentes, pode levar-nos a pensar que, com enorme probabilidade, existirão muitos Bellocqs que nunca foram descobertos por um Friedlander, talvez porque também esse Fridlander não tenha sido descoberto por quem descobriu o Lee. A eternidade ilusória de Bellocq construiu-se à volta da fragilidade e do acaso. O livro ''Arca de Noé'' existe porque me reconheci tão frágil e "sem eternidades". Estamos a ultrapassar os 60 % do valor necessário para a publicação do livro [[''Arca de Noé'

]] como noutras? O facto de imagens daquela natureza queimada poderem despertar emoções estéticas, como se realmente o fogo pudesse "purificar" o visível. Senti muitas vezes algo parecido ao olhar fotografias de muitos foto-jornalistas, de que o exemplo mais paradigmático será talvez o Sebastião Salgado. Como é possível que o mais forte possa ser uma tal emoção estética perante tanta dor e sofrimento? Talvez a questão não faça sentido... Afinal, muitas obras-primas da literatura ou da pintura descrevem factos horrendos e tal já não me parece perturbar. Talvez este pudor radique afinal ainda naquela ilusão romântica de que a fotografia é um registo do serious. O título da série roubei-o de uma pequena colecção de pequenos textos, que escrevi em 1998, em resposta ao livro de poemas ''Fogo sobre Fogo'' de Jorge Sousa Braga, e que lhe enviei, junto com a carta que anexo. Na altura ainda não tinha com ele a relação de cumplicidade que alguns anos mais tarde nasceu e que já permitiu a colaboração em dois livros, D’ouro d’Alendouro (2003) e 12 pm (2008). indent indent @@font-dimension:10px;Jorge Sousa Braga: Quantas palavras poderá conter uma gota de água? Eu prefiro, quase sempre, as gotas de água vazias de palavras. As palavras menos densas do que a água – densidade < 1 – vêm à tona, flutuam e conspurcam a transparência da água. As palavras mais densas do que a água – densidade > 1 – vão ao fundo e perdem-se para sempre.

Para editar o livro iniciei uma campanha de "crowdfunding". Quem quiser apoiar faz uma reserva antecipada do livro, realiza um pagamento through MB, e recebe depois o livro pelo correio. Se por qualquer razão, o projecto não for concretizado, o dinheiro desta reserva será devolvido. O preço da reserva será inferior ao preço de venda, depois de terminada a campanha. ''Para apoiar'' basta ir ao [[web-site PPL

The syntaxes of engraving experienced held our society tight during the minor local provinciality in their amazing limitations, and it absolutely was photography, the pictorial report devoid of any linear syntax of its individual, that produced us efficiently conscious of the broader horizons that differentiate the vision of currently from that of sixty or seventy many years ago.// indent William M. Ivins, //Prints and Visible Interaction//, 1953 //Os sistemas complexos adaptativos, como o cérebro, encontram-se numa região de funcionamento que está entre a ordem e o caos. Sem memória, não somos humanos (a perda de memória é a antecâmara da morte). Quando a memória é hipertimésica (i.e., síndrome da supermemória), estamos num estado extremely-humano, e por isso também com défice de humanidade. A fotografia, hoje, é hipertimésica, vivemos num caos de imagens que, cada vez mais, contrai o tempo e aproxima o passado do presente. Perder a memória é perder o passado. "Ganhar" uma supermemória também. A condição humana está entre as duas regiões.// indent Carlos M. Fernandes, 2014 //Within the photographic earth these days you will discover recognized 3 lessons of photographers: the ignorant, the purely technical, along with the creative.// indent Alfred Stieglitz, //Pictorial Pictures//, 1899 @@

indent indent @@font-sizing:10px;"Chamo referente fotográfico não à coisa facultativamente genuine para que remete uma imagem ou um signo, mas à coisa necessariamente true que foi colocada diante da objectiva, sem a qual não haveria fotografia". em Câmara Clara de Roland Barthes@@ A fotografia no século XIX e ainda nas primeiras décadas do século XX era quase sempre em estúdio. As máquinas eram ainda muito pesadas para poderem ser transportadas.

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